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segunda-feira, 4 de março de 2013

DC vs Marvel - Live Action - Nigthwing ( Asa Noturna ) vs Gambit

Bat in the Sun é um canal do youtube que faz videos em live Action, lutas entre herois, no qual o vencedor é escolhido por uma votação dos espectadores, eu ja havia postado um video deles, " Batman vs Wolverine" no qual o batman venceu. agora dando um olhandinha no canal deles encontrei este video, vocês conhecem o Asa noturna neh, aquele que foi o 1° parceiro do batman, 1° Robin , menino prodigio etc, nesta live action ele luta contra Gambit, personagem que todos ja conhecem do X-men, confiram quem vencerá este duelo 





quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Michael Reaves(roteirista) sobre o último episódio do Caverna do Dragão


Após mais de 20 anos do fim de uma das melhores séries animadas já produzidas, muitas pessoas ainda se perguntam sobre o famigerado final de Caverna do Dragão.
Primeiro surgiu a ridícula teoria de que eles estariam presos no inferno. E por incrível que pareça esse boato é originalmente brasileiro e é o mais difundido entre as pessoas que não procuram se aprofundar na questão.
Mas para qualquer um que pesquise um pouco mais, logo vai se deparar com “Requiem”, que para quem não sabe (Shame on you!), trata-se do roteiro de um episódio, que não chegou a ser produzido devido o cancelamento prematuro da série, escrito por um dos melhores roteiristas da série na época, Michael Reaves.
Porém muito se questionou sobre a veracidade do fato. Questões como se o roteiro foi escrito por Reaves mesmo, se não se tratava de mais uma lenda da internet assim como os outros boatos, sempre pipocaram entre os mais desconfiados.
Em outubro de 1999 foi publicada uma matéria na Revista Herói 2000 #3, explicando sobre o final da série e o roteiro não produzido. Mas mesmo hoje, ainda existem pessoas que não conhecem, ou duvidam de tal roteiro.
Por fim, a entrevista aqui publicada com Michael Reaves foi lançada como conteúdo extra no box lançado nos EUA em 2009 com toda a série, e tem como objetivo encerrar definitivamente todas as lendas que circulam o final da série e acabar definitivamente com todos os outros boatos.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Desenhos animados baseados nos heróis da HQ


Filme de super-herói já virou um gênero cinematográfico, com seus inevitáveis altos e baixos e que vão de adaptações de personagens conhecidos dos quadrinhos a obras com supers originais (quer dizer, original é modo de falar), vide Hancock.
Porém, antes de encherem os bolsos dos estúdios com bilhões de dólares, os defensores dos fracos e oprimidos já deram o ar da graça em outro suporte: a animação!
Por não ter a preocupação de atingir um público mais amplo, estranho àqueles personagens, essas animações são o que há de mais fiel ao que era produzido nos quadrinhos e fizeram a alegria dos nerds de plantão durante muito tempo.
Mas, no meio de tantas animações super-heroísticas, quais as melhores adaptações? Para isso, escolhemos cinco animações que figuram, fácil fácil, em qualquer lista de melhores de todos os tempos.

5 – Spider Man (1967-1970)



Esse é o famoso desenho clássico do Cabeça de Teia, que começa com aquela música pegajosa de tão legal: “Homem-Aranha, Homem-Aranha, aí vem o Homem-Aranha! Ele é forte, é de morte, é ativo, é radioativo…” e por aí vai. Na primeira temporada a coisa é meio devagar, mas a partir da segunda ele começa se interligar mais com as h’s publicadas nas revistas do Teioso. A animação não era lá essas coisas (mas era mais ‘animada’ que as séries ‘desanimadas’, por exemplo) e tinha problemas de continuidade; e os animadores tinham preguiça de desenhar as teias do uniforme do Aranha, já que vez ou outra elas sumiam feito mágica. O desenho durou três temporadas, com as duas últimas sendo produzidas pelo lendário Ralph Bakshi. A versão brasileira era uma pérola, pois abrasileirou os nomes dos personagens; assim, Peter Parker virou Pedro Prado e J. J. Jameson virou J. J. Jaime.

4 – X-Men Animated Series (1992-1997)



O desenho que ajudou a transformar os mutantes da Marvel em um fenômeno midiático mundial. Muita gente que nunca tinha lido uma revista sequer dos Xis-Men adorava o desenho. O sucesso mostrou que os mutantes poderiam alçar voos maiores e o projeto engavetado do filme virou realidade rapidinho. Desconte o character design desleixado dos personagens, eram outros tempos. Concentre-se nos roteiros, que trouxeram o que havia de melhor nas hq’s dos mutunas, com uma intrincada rede de acontecimentos interligados. Foram cinco temporadas memoráveis, onde pudemos ver as Sagas da Fênix e da Fênix Negra, batalhas contra os Sentinelas e o encontro de Wolverine (antes das garras de adamantium) com o Capitão América enfrentando o Caveira Vermelha. E a dublagem do Wolverine feita pelo ator Isaac Bardavid ficou tão emblemática que virou marca registrada dos personagens de Hugh Jackman no Brasil. Para ver e rever em loop.

3 – Os Vingadores – Os Maiores Heróis da Terra (2010-2012)



Depois dos X-Men e do Homem-Aranha, a Marvel estava devendo uma animação com seu supergrupo. Demorou, mas o resultado é empolgante. Assim como na animação dos X-Men, Os Vingadores adaptou para a TV grandes sagas dos maiores heróis do planeta, como a saga de Kang, o Conquistador, e a invasão Skrull à Terra. Cheio de ação e com um bom desenvolvimento de personagens, a série foi meio que uma prévia do blockbuster live-action que estava para estrear.
Além da formação principal do grupo (Capitão América, Thor, Homem de Ferro, Hulk, Gavião Arqueiro, Homem Formiga e Vespa) outros personagens foram se incorporando, como o Pantera Negra e figurinhas carimbadas do universo Marvel deram as caras na segunda temporada: Quarteto Fantástico, Homem-Aranha, Doutor Destino, Luke Cage e Punho de Ferro.
Foram 52 episódios cheios de adrenalina e que deixavam os fãs com aquele sabor de nostalgia ao relembrar de algumas hq’s memoráveis dos Vingadores. No entanto, a Marvel cancelou a animação enquanto todo mundo esperava uma terceira temporada, para colocar em seu lugar Avengers Assemble, com um estilo mais realista e calcado diretamente no filme (pelo menos é o que parece), com estreia prevista para 2013.

2 – Liga da Justiça Sem Limites (2004-2006)



Depois do caminho aberto pela excelente Batman The Animated Series, Bruce Timm ganhou moral na DC e começou a expandir as animações com personagens do Universo DC. Superman The Animated Series ainda é, para mim, a melhor tradução do personagem fora das hq’s, com histórias curtas que resgatam a essência do personagem. Em seguida, veio a não menos fantástica Liga da Justiça, com a junção do panteão de heróis da editora. A série tinha gás para durar eternamente, mas Timm foi genial ao cancelar a mesma e em seguida lançar uma versão ‘estendida’, onde dezenas de personagens deram o ar da graça, dos mais famosos aos mais obscuros. A série durou três temporadas e tem sagas memoráveis, algumas adaptadas dos quadrinhos, mas a maioria criada para o desenho. Viagens no tempo, batalhas épicas, Batman detonando… um clássico!

1 – Batman The Animated Series (1992-1995)



Música de abertura fodástica, cortesia de Danny Elfman + um clima noir + roteiros precisos + animação decente + o personagem mais completo do universo dos super-heróis: pronto, temos um clássico da animação, ganhadora de quatro prêmios Emmy e que instituiu um novo estilo de desenho animado. A melhor, com todo respeito aos dois filmes de Burton e à trilogia de Nolan, tradução do Batman fora dos quadrinhos. A série até que adaptou algumas hq’s do personagem, mas apostou mesmo na originalidade e era genial ao conseguir contar uma boa história com um bom desenvolvimento de personagens em apenas 22 minutos (tempo de cada episódio).
O desenho fez tanto sucesso que gerou uma série em quadrinhos no mesmo estilo de desenho e histórias curtas. Na segunda temporada, mudou o título para The Adventures of Batman e Robin; na terceira, o clima ficou mais sombrio e pesado, com histórias mais densas. O uniforme do morcego deixou de exibir a elipse amarela e o Batmóvel nem tinha faróis!!! Foi na série que surgiu Arlequina, a parceira apaixonada do Coringa – e que depois foi incorporada aos quadrinhos.
A série gerou três longas animados: O sombrio “Batman – Máscara do Fantasma”,Batman & Mr. Freeze: Subzero (que ganhou prêmio) e Batman: O Mistério da Mulher Morcego; um game para SNES que é viciante (The Adventures of Batman and Robin) e uma série derivada, a não menos excelente Batman Beyond (Batman do Futuro), passada num futuro próximo, onde um Bruce Wayne velhinho vira mentor de Terry McGinnis, jovem de 17 aos que assume o manto do Batman numa Gotham City cheia de velhos problemas. E mesmo velhinho, com problemas de mobilidade e enfurnado na caverna, Bruce Wayne vez ou outra mostra que ainda é um cara durão!
Não tem prá ninguém mesmo. Batman é ou não é o maior heróis de todos os tempos?


Fonte: GeekCafé

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Ilustradores de Hq´s que marcaram história


Os traços cheios de movimento que tentam representar a ação nas HQs sempre foram um detalhe, mas m detalhe que alimentava a imaginação de quem lia as histórias de super-heróis. Por trás do enredo criativo, havia aqueles que colocavam a mão na massa para tentar trazer aos leitores toda emoção expressa nas palavras, vejamos dez desses que marcam a história das histórias em quadrinhos.

Alex Raymond

Alex Raymond
Alex Raymond
Foi ele quem deu vida a Flash Gordon – o clássico super-herói do espaço sideral – trabalho que lhe colocou em destaque; e foi ele quem inspirou muita gente, inclusive George Lucas, que atribui ao ímpeto do trabalho do artista para imaginar o universo de Star Wars.

Brian Bolland

Brian Bolland
Brian Bolland
Brian resolveu estudar design gráfico e história da arte na faculdade, começando a ilustrar fanzines logo, empregando seus traços que misturavam o clássico e o cartunesco. Suas principais contribuições foram nos quadrinhos da DC Comics, assinando a arte de Camelot 3000 em 1982, versão futurística elogiada das aventuras do Rei Arthur e seus Cavaleiros.

Jim Steranko

Jim Steranko
Jim Steranko
Altos contrastes do filme-noir, colagens, pop-art, psicodelia, tudo isso servia de inspiração para Jim. Ele começou na Harvey Comics, entrando na almejada Marvel Comics poucos anos depois, ilustrando muitas capas de Nick Fury. Um de seus trabalhos mais notáveis é a capa da edição de outubro de 1968 de Giant Size Hulk – parodiada e homenageada à exaustão.

John Romita Jr.

John Romita Jr.
John Romita Jr.
Filho do criador de diversas histórias do Homem-Aranha nas décadas de 1960 e 1970, John começou sua carreira na Marvel britânica, deslanchando na com “Demon in a Bottle”. Uma de suas edições trazia Tony Stark, o Homem de Ferro, em conflito com o alcoolismo, sendo premiada nos Eagle Awards no ano seguinte. A partir de 1980 foi destaque nos quadrinhos, criando o vilão Duende Macabro ao lado de Roger Stern, recebendo premiação por seu trabalho nos quadros do Demolidor, entre outros.

Will Eisner

Will Eisner
Will Eisner
Filho de imigrantes judeus, Will começou a carreira trabalhando como cartunista no jornal New York America.  Um de seus personagens mais famoso é Spirit, um combatente do crime que usava uma mascara, e que chegou a ter uma circulação de 5 milhões de cópias entre 1940 e 1952.

Jack Kirby

Jack Kirby
Jack Kirby
Jack ao lado de Joe Simon lançou a revista Capitão América #1 pela editora Timely Comics em 1941. Depois com ajudou a criar o primeiro time de super heróis da editora, juntamente com Stan Lee, que foi o Quarteto Fantástico. A editora mudou o nome para Marvel e Jack ainda contribuiu dando vida a Hulk e as edições de Thor e Os Vingadores.

Steve Ditko

Steve Ditko
Steve Ditko
Ele começou sua carreira em 1953 no estúdio de Jack Kirby e Joe Simon. Foi ao lado de Stan Lee que ele deu vida ao Homem-Aranha, que foi o primeiro adolescente a assumir o posto de protagonista no universo Marvel.

Dave Gibbons

Dave Gibbons
Dave Gibbons
Ele começou a carreira profissional assinando títulos de ação e terror para a DC Thomson e IPC na década de 1970. Passou a ser o artista principal da tirinha de Doctor Who anos depois, mas um de seus papeis mais importantes foi a criação de Watchmen, ao lado de Alan Moore.

John Byrne

John Byrne
John Byrne
O canadense John Byrne e o roteirista britânico Chris Claremont são os responsáveis pelas doses de humor presentes em O Quarteto Fantásticos, Os Vingadores e X-Men. A dupla também criou Days of future past, Dark Phoenix Saga e Proteus. John também é o responsável pela permanência de Wolverine na equipe de Professor Xavier.

Joseph Shuster

Joseph Shuster
Joseph Shuster
Foi Joe, esse ilustrador canadense, quem criou o Superman. Ele começou a rascunhar no colégio, ao lado de Jerry Siegel, seu amigo de longa data. Nos primórdios do herói, ele era um vilão telepata que queria dominar o mundo, mas descontentes com o resultado os amigos decidiram dar uma nova forma ao personagem, criando Clark Kent, o herói que passaria a lutar pela justiça. O herói ajudou a criar um gênero todo de super-heróis das HQs, estabelecendo sua supremacia nelas.